Oblivion

oblivion

Saiu ontem o primeiro trailer de “Oblivion”, ficção científica dirigida por Joseph Kosinski de “Tron: O Legado”, e roteirizada por William Monahan (“Os Infiltrados”), Karl Gajdusek (“Reféns”) e Michael Arndt (“Toy Story 3″). O filme é baseado em uma HQ escrita pelo próprio diretor, e se passa num planeta pós-guerra alienígena. No elenco estão Tom Cruise, Olga Kurylenko, Andrea Riseborough, Morgan Freeman, Melissa Leo, Zoë Bell e Nikolaj Coster-Waldau.

“Oblivion” tem estreia prevista para 12 de abril de 2013, veja o trailer:

Se você não sabe se localizar em Brasília, aprenda!

É simples assim:

A imagem estava num folder feito pela Assessoria de Assuntos Internacionais da UnB, fotografado pelo celular de uma estudante, que compartilhou no Facebook.

Bárbara Eugênia

Ambientado em paisagens de Brasília, a can­tora Bárbara Eugênia apre­senta uma bela leitura visual para a música “Drop the bombs”. Azulejos, fachadas espe­lha­das, pisos de concreto e um céu ini­gua­lá­vel vem de brinde no clipe. Direção, foto­gra­fia, edi­ção e arte: André Gagliardo e Tarcísio Boquady.

O bicho vai pegar

raimundos

 

 

Os Raimundos, de certa forma, representam o último suspiro da geração Rock Brasília. Embora haja uma lacuna temporal e temática entre eles e a turma de Renato Russo, a banda surgiu no fim da década de 1980. Contudo, se dissolveu e reapareceu dos anos 1990 e tomaram o Brasil. Houve um vaivém de integrantes e uma mudança de rumo na indústria fonográfica. Eles já não gozam da mesma popularidade de outrora, mas se mantêm na ativa e carregam com vaidade o emblema de um tempo em que Brasília exportava boa música. No começo do ano que vem, entram em estúdio para gravar um novo disco.

A banda está há uma década sem pisar em estúdio para registrar um disco somente com composições inéditas. Kavookavala, o primeiro álbum com Digão à frente, saiu em 2002. Depois disso, veio um EP, colocado na internet em 2005; um ao vivo, lançado em 2011; e uma parceria com Ultraje a Rigor, há alguns meses.

E esse Raimundêro declarado que vos fala está animado e ansioso para este próximo álbum. Pra finalizar quero deixar uma pergunta no ar: qual outra banda foda de rock que entrou e ocupou o lugar do Raimundos? Esse próximo disco que vem aí vai provar isso!

Eternamente Niemeyer

 

Enquanto a morte de Oscar Niemeyer era anunciada no Rio de Janeiro eu estava no Plano Piloto e começava a chover. Alguns dos seus mais famosos monumentos eram lavados pela água que caía do céu na cidade.

Oscar Niemeyer flertou com a imortalidade e ontem se tornou eterno de fato e de direito. O brasileiro que marcou a história do século 20 e revolucionou a arquitetura mundial, responsável por levar, com a sua criatividade, com o seu traço inconfundível, o nome do Brasil ao mundo inteiro. A lucidez mantida intacta até as derradeiras horas de vida fez com que a mente genial criasse sem cessar até os últimos batimentos de seu coração comunista. Ao longo de 104 anos, 11 meses e 20 dias, Niemeyer construiu sua trajetória de sucesso, cujo maior símbolo é Brasília. É em Brasília que a sua obra está mais presente, num verdadeiro museu a céu aberto. É aqui, na capital do país, que seu amor pelas curvas está ao alcance de todos. Calcula-se em mais de 150 obras de Niemeyer em Brasília. Comandar a edificação de uma cidade inteira foi uma proeza de dimensões épicas. Seria um duelo contra o tempo e as circunstâncias mesmo se alguém resolvesse repetir o feito nos dias de hoje. Em cada canto da cidade modernista que ele ajudou a erguer, seu nome será lembrado com devoção.

O relacionamento de Niemeyer com Brasília e com os brasilienses nunca foi tranquilo. Criticado por ter monopolizado a arquitetura cívica da cidade, por construir obras pouco confortáveis para quem habita ou trabalha, por ser amigo de Fidel Castro ou por ter apoiado Joaquim Roriz, o arquiteto reinou sobre o turbilhão de contradições. Quem nasceu ou escolheu Brasília para viver tem os traços do arquiteto incorporados à sua alma. Ele está em cada linha curva, em cada parede torta, em cada bloco voador de concreto armado desta cidade. Oscar Niemeyer está em cada um de nós.

Obrigado, Niemeyer, pelo Catetinho, Palácio do Planalto, Palácio da Alvorada, Minhocão (UnB), Congresso Nacional, Brasília Palace Hotel, Casa de Chá, Palácio do Jaburu, Palácio da Justiça, CCBB, Teatro Nacional, Panteão da Pátria, PGR, Pombal, STF, Palácio do Itamaraty, Ministérios, Complexo Cultural, Ponte Costa e Silva, Catedral, Touring Club, Relógio do Sol, Hospital de Base, Cine Brasília, Escola Classe 108, Escola Parque 308, Igrejinha, Casas da W3 Sul, Memorial dos Povos Indígenas, QG do Exército, Rodoferroviária, Memorial JK, Catedral Militar, Pontos de ônibus, Mercado das Flores, Casa do Cantador, Casa do Teatro Amador, Torre Digital…

Obrigado, Oscar, por ter escolhido Brasília como o cenário eterno desse seu grande amor pela arquitetura. E pela vida.

Hora de eleger a mais bela cidade

Uma nova lista começa a ser elaborada: a das sete cidades maravilhosas. Construída por meio de votação pela internet, a seleção está na segunda fase, com quatro centros urbanos brasileiros no páreo: Brasília, Curitiba, Rio de Janeiro e Salvador. A iniciativa é da mesma fundação que organizou concursos semelhantes para eleger as Sete Maravilhas da Humanidade, em 2007, e as Sete Maravilhas da Natureza, em 2010. A primeira votação terminou com a inclusão do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, ao lado de monumentos como a Grande Muralha da China e o Coliseu, na Itália. O Brasil voltou a emplacar duas de suas belezas na lista seguinte: as Cataratas do Iguaçu, na fronteira com a Argentina, e a Floresta Amazônica.

Agora no terceiro concurso promovido pela organização 7NewWonders, com sede na Europa, é a vez de homenagear os centros urbanos. Lugares famosos como a Nova York, Londres, Tóquio e Paris, concorrem com outros lugares menos conhecidos, entre as quais Pristina, em Kosovo ou Baku, no Azerbaijão.

Entre janeiro e março deste ano, cerca de mil localidades de mais de 200 países forma indicadas pelos internautas. Agora, três centenas permanecem na competição. Dessas, 78 passarão para a próxima etapa. Um time de especialistas indicará as 28 grandes finalistas, em março de 2013. Votações sucessivas pela internet reduzirão então a lista para 21, 14 e, por fim, sete cidades, que receberão o título. Cada país poderá, segundo as regras do concurso, ter apenas uma de suas cidades na lista de finalistas, ou seja, as quatro localidades brasileiras indicadas concorrem entre si pela preferência dos internautas.

Cada um dos centros urbanos nacionais que permanecerem na competição tem seus atributos para merecer o voto do internauta. E entre as quatro, Brasília é a mais bela. Brasília é a primeira cidade moderna a merecer o reconhecimento da UNESCO, que considera a capital “um marco na história do planejamento urbano”. As Nações Unidas elogia a arquitetura dos prédios oficiais da cidade como inovadora e imaginativa. Brasília aparece à frente de Curitiba e Salvador na votação e é a 11ª entre as sul-americanas, contudo, Rio de Janeiro é a mais bem colocada na disputa entre as cidades brasileiras, e é a sexta cidade mais votada entre as 21 sul-americanas que permanecem no páreo. À frente dela, estão as argentinas Mendoza, Buenos Aires e Salta, a peruana Cuzco e a uruguaia Punta Del Este.

Então vamos votar na nossa querida Brasília? Para participar do concurso, acesse o site: http://www.n7w.com/en/cities 

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