Quer fazer sucesso? Vá para a TV! Mentira, apenas mais um imaginário tupiniquim! Será?

Quer fazer sucesso? Vá para a TV! Mentira, apenas mais um imaginário tupiniquim! Será?

Quer fazer sucesso? Vá para a TV! Mentira, apenas mais um imaginário tupiniquim! Será?

Tamanho da audiência da TV por assinatura, um dos maiores segredos na história do Brasil. Por quê? Medo de o mercado publicitário perceber que está lidando com escalas diferentes da TV aberta. Uma novela das oito nove tem média de audiência de 40 pontos no IBOPE. Cada ponto equivale a 63 mil residências na Grande São Paulo. Isso significa que um capítulo da novela atinge apenas em São Paulo 2.520.000 domicílios. Em 2011, o mercado de TV por assinatura era composto de 11,6 milhões de domicílios. 11,6 milhões domicílios dividido por mais de 100 canais? Audiência bem pequena.

Então faz mais sentido anunciar no Parafernalha, do que na maioria dos canais por assinatura? Sim. O seu canal no YouTube movimenta mais gente do que 50% de qualquer canal por assinatura. Outros canais no YouTube seguem pelo mesmo caminho. Os vídeos do Qu4tro Coisas sempre ultrapassam 100 mil visualizações. O 5inco Minutos, da linda Kéfera, tem 1,5 milhões de assinantes. Esses canais do YouTube citados são conhecidos nacionalmente e reúnem multidões, mas são conhecidos apenas pela galerinha da Internet. E no mundo real o que vale mais, ter reconhecimento no YouPix ou no Troféu Imprensa? O Qu4tro Coisas está na PlayTV e a Kéfera vai pra MTV. Tem alguma lógica eles irem para a TV?

No Brasil, vive-se a ilusão de que ter sucesso é está na TV, de que a TV é uma fonte de riqueza, quando na verdade a maioria dos envolvidos trabalha por salários normais ou até por insignificantes cachês. Certa vez em uma entrevista para o Agora É Tarde o humorista Evandro Santo, vulgo Christian Pior, contou que suas primeiras participações no Programa Pânico rendiam R$ 100,00 de cachê. Mas isso não para por aí… A TV suga a Internet, mostrando vídeos do YouTube denominados “Vídeos Engraçados da Internet”. Acompanhamos programas que leem twits, e se o apresentador (a) mencionar a sua @ você se achará um máximo. Aqui, no Brasil, se dá parabéns por aparecer na TV.

Por mais que a Internet ache que pauta a televisão, na verdade ela só propõe. Podem falar o que quiserem na Internet, mas só será fundado no direito ou na razão nas palavras nas palavras de Boris Casoy, William Bonner e até Ratinho ou Luciana Gimenez. Muitos achavam ou acham que a TV é uma mídia em extinção, mas na verdade é ela que determinará o sucesso das outras mídias. Não basta ter milhões de visualizações se a TV não te reconhecer.

Certo estava o Chacrinha: na TV nada se perde, nada se cria, tudo se copia.

Parabéns, #bsb53!

Leia o artigo completo do governador Agnelo Queiroz sobre o aniversário de Brasília, publicado ontem no Correio Braziliense.

Leia o artigo completo do governador Agnelo Queiroz sobre o aniversário de Brasília, publicado ontem no Correio Braziliense.

Artigo publicado no Correio Braziliense de 24 de abril de 2013.

Cantava Maria Gadú já era tarde alta do último domingo, no palco construído de frente para o prédio do Congresso Nacional, quando ela mesma se inconteve, largou a guitarra e, sorrindo, comemorou: “Gente, isto aqui está lindo demais!”. Às costas da multidão, Gadú vislumbrara balões cruzando docemente o céu de Brasília ao alvorecer. Naquele momento, captado instantaneamente pela sensibilidade da artista, a música, o espetáculo visual e a vibração amável e positiva de 150 mil pessoas trouxeram mágica à festa dos 53 anos da nossa capital.

A celebração de domingo coroa um momento de real esperança para nossa cidade. Há inegáveis problemas em vários setores. Mas as melhorias em muitos deles já se fazem sentir concretamente. E, mais e melhor do que isso, há um plano sobre o qual paira grande convergência, capaz de transformar não só Brasília, não só o Plano Piloto, mas todo o Distrito Federal num dos melhores lugares do mundo para se viver dentro de alguns anos.

Perguntado certa vez, e já depois de consolidada a vocação natural de Brasília de desenvolver o interior do Brasil, Oscar Niemeyer se disse preocupado com a situação socioeconômica daquilo que então se chamava de cidades-satélites. Enquanto a área tombada mantinha-se atendida em todas as demandas urbanas, seu redor padecia. Era preciso distribuir a riqueza acumulada no núcleo do Distrito Federal.

Ao longo de 2011, praticamente todos os personagens que pensam Brasília se envolveram nas discussões de atualização do Plano Diretor de Desenvolvimento Territorial (Pdot). E incluíram na atualização, já transformada em lei pela Câmara Legislativa, a previsão de um novo aeroporto em Planaltina, de um polo logístico no Recanto das Emas, de um centro financeiro em São Sebastião, da ampliação do Polo JK, em Santa Maria, assim como do parque tecnológico no Torto, que é a nossa Cidade Digital.

Esses projetos estruturantes compõem o planejamento feito pelo Governo do Distrito Federal na linha da preocupação verbalizada pelo nosso grande arquiteto: é preciso distribuir a riqueza por todo o território. Com essa ideia na cabeça e os projetos na mão, tratamos de percorrer o mundo, chamando a atenção de empresas e governos para as muitas oportunidades geradas na capital da sexta maior economia do planeta.

Quis nosso bom Deus que essas coisas todas coincidissem com a realização das copas do Mundo e das Confederações aqui no Brasil, neste e no próximo ano. Os dois eventos captarão atenções por cada recanto do planeta. E Brasília terá neles papel fundamental. Abrirá a Copa das Confederações no próximo dia 15 de junho, contra o Japão, e abrigará sete partidas da Copa em 2014, incluindo um jogo do Brasil e a disputa pelo terceiro lugar.

Não bastasse os muitos legados desses dois grandes eventos nas áreas de mobilidade, segurança e infraestrutura, eles ainda servirão a Brasília no sentido de propagandeá-la, de apresentá-la ao mundo como a cidade jovem e dinâmica que é. Mas não só isso. Jovem, dinâmica e cheia de bons projetos em pleno desenvolvimento. Este é o tempo, pois, de catapultar a capital do país a um novo patamar de desenvolvimento, pondo-a ombro a ombro com as principais cidades do mundo.

Brasília será a única cidade em que os jogos das copas do Mundo e das Confederações não serão disputados num estádio, mas num monumento. Brasília será também a única cidade que apresentará nesses eventos um equipamento urbano capaz de captar a própria água que consome, de produzir energia solar suficiente para abastecer bairros inteiros, de autolimpar sua estrutura usando água da chuva e uma reação química que retira gás carbônico da atmosfera. Ou seja, dará uma lição de sustentabilidade a cada ser humano que assista a uma partida disputada no novo Mané Garrincha.

De forma que, quando Maria Gadú inundou-se de otimismo e beleza ao observar os balões colorindo nosso céu, não pude deixar de pensar com grande esperança nos dias melhores que nossa cidade e nosso povo terão pela frente. Ou, como fizeram os jovens da nossa cidade nas redes sociais ao longo de toda a semana passada, parabéns, #bsb53.


Agnelo Queiroz
Governador do Distrito Federal

Blogueiro Eduardo e bizzexual Mônica em versão da música da Legião Urbana

O vídeo mostra como seria o romance que é a cara de Brasília nos tempos de internet
O vídeo mostra como seria o romance que é a cara de Brasília nos tempos de internet
Mônica usa “foto fake de avatar” na nova paródia

Esqueça o romântico encontro no Parque da Cidade. Se fosse hoje, o casal se conheceria na fila do banheiro da balada. Atraído pela moça, o rapaz se surpreenderia ao vê-la junto a uma outra garota. É assim que começa a paródia para uma das mais conhecidas canções da Legião Urbana, feita pelos caras do Duka 7, um site especializado nesse tipo de brincadeira. A versão revisitada de Eduardo e Mônica já teve mais de 314 mil visualizações em cinco dias no ar.

Inspirado no meme “Draw my life” (o vídeo mostra a criação dos desenhos, com a mão do desenhista aparecendo), o clipe foi criado por Gui Toledo e Bruno Felix, com arte de Luciano Andrade.

Veja o vídeo:

Página no Facebook promove encontros amorosos na UnB

No Facebook, Spotted UnB reúne cerca de 7 mil usuários em uma semana

Uma nova mania na internet começou a estimular a criatividade e a curiosidade dos apaixonados da Universidade de Brasília. A página Spotted UnB, no Facebook, mostra que o amor está no ar. A ideia é simples: “Viu um bonitinho na BCE e esqueceu de estudar? Conheceu alguém legal no [ônibus] 110 e não perguntou o nome? Enquanto a fila demorava não tirou os olhos da menina no R.U? Conte a sua história e publicamos anonimamente na página!”, diz a descrição da página na rede social que, já ganhou quase 7 mil adeptos. Depois de ter a mensagem publicada, os próprios usuários vão ajudando a localizar o perfil da pessoa procurada, até conseguir reunir os pombinhos, como um correio elegante moderno.

No Facebook, Spotted UnB reúne cerca de 7 mil usuários em uma semanaA febre das páginas Spotted no Facebook já tinha virado moda em outras universidades ao redor do mundo, e chegou recentemente ao Brasil. Em Brasília, o sucesso foi instantâneo. Inspirados no fenômeno, estudantes do UniCeub e do Iesb também criaram uma página parecida, mas ainda sem a mesma repercussão que obteve entre os alunos da UnB.

“Para o moço cego que eu acho lindo e sempre sento do lado quando tenho a oportunidade, mas tenho vergonha de puxar assunto, alguém lê isso para ele por favor, lindo!”, diz a mensagem com um dos maiores números de curtidas na página. O jovem foi localizado em poucos minutos, mas, para a frustração que quem o procurava, ele é comprometido. A mensagem “”Homofóbico que faz C3 comigo, já peguei teu irmão”, publicada ontem à noite, foi curtida por 1720 pessoas.

Via: Correio Braziliense

A primeira impressão é a que fica

Toda atenção é pouca na hora de estabelecer o contato inicial com a empresa por meio do currículo

Possuir as qualificações necessárias, ser articulado e estar apresentável são requisitos importantes para chamar a atenção do recrutador na hora de procurar emprego. Não adianta querer pular etapas. Antes de enfrentar uma entrevista, o candidato deve voltar a atenção para primeira forma de contato entre a empresa e o aspirante a um cargo: o currículo. Selecionar as informações que serão mais importantes para cada empregador é imprescindível, até mesmo para manter a objetividade. Alguns erros cometidos na elaboração desse documento podem fazer o sonho do trabalho tão esperado ir por água abaixo.

Toda atenção é pouca na hora de estabelecer o contato inicial com a empresa por meio do currículoA seleção de currículos tem como objetivo identificar o perfil dos candidatos. Se a incompatibilidade entre empresa e profissional for identificada nessa fase, o currículo pode ser destacado logo de início. Há dois perfis distintos de candidatos. O documento deve seguir um determinado modo para alguém com pouca experiência e outro padrão para quem traz muita bagagem profissional a ser apresentada.

Qualquer conhecimento pode ser útil, e a experiência, seja ela de vida ou profissional, precisa ser citada no currículo e atestada durante a entrevista de emprego e as informações precisam ser verdadeiras. Informações falsas criam uma situação constrangedora quando o candidato fica cara a cara com o recrutador.

Ter um currículo on-line bem estruturado, na era da internet, com informações recentes, podem atrair empresas. Redes sociais dedicadas a manter contatos profissionais, como o LinkedIn, também são uma boa opção. O mais importante não é o meio em que as informações são disponibilizadas, e, sim, a imagem que o candidato pretende passar. Referências profissionais de antigos empregadores, de colegas de faculdade e de trabalho também podem auxiliar o recrutador a visualizar as competências profissionais.

Cada vez menos as empresas recebem currículos em papel ou mesmo por e-mail, enviado como anexo. Os documentos preenchidos eletronicamente entram em um banco de dados que será cruzado de acordo com as necessidades da empresa. Não há quantidade limite de informações em um currículo on-line e ele não precisa ser tão sucinto quanto o impresso.

Infelizmente, para muitos recrutadores a falta de experiência é vista como fraqueza. O candidato ao primeiro emprego deve relatar alguma experiência relevante, seja durante a vida escolar ou por meio de cursos que tenha feito. A experiência não precisa ser necessariamente quantitativa. Vale o candidato citar um projeto que tenha liderado na escola ou alguma ação comunitária da qual participe.

Não adianta tentar enrolar a recrutador, mesmo que a falta de experiência dificulte a seleção do currículo. Clichês, adjetivos em excesso e informações desnecessárias devem ser cortados. Frases como “Quero ingressar nessa estimada empresa e fazer um trabalho para que eu possa crescer” não têm vez.

João está vindo pra Brasília

Cena mostra a chegada de Santo Cristo na Rodoviária

Cena mostra a chegada de Santo Cristo na Rodoviária

O longa-metragem ambientado no Distrito Federal do fim da década de 1970 está pronto. A pré-estréia de Faroeste Caboclo, o filme, será em Brasília, em 14 de maio, uma terça-feira. O longa-metragem vai ser exibido somente para convidados, no Park Shopping. A estreia nacional no circuito comercial está marcada para 30 de maio, onde Brasília vai ganhar as telas de todo o país em uma das mais aguardadas obras do cinema brasileiro.

O filme terá cerca de 100 minutos. Respeitado no universo da sétima arte por curtas como Sinistro (2000), o brasiliense René Sampaio estreia em longas com Faroeste Caboclo. É a estreia também da Gávea Filmes, de Bianca De Felippes. Ela é ex-sócia de Carla Camurati na Copacabana Filmes, que abrigou o projeto inicialmente. A Gávea Filmes (RJ) divide a produção do longa baseado na canção de Renato Russo com a República Pureza (RJ) e a Fogo Cerrado Filmes (DF).

cartaz_faroeste_cabocloOutro calango envolvido na obra é o músico Philippe Seabra, fundador, vocalista, guitarrista e letrista da Plebe Rude, banda formada nos anos 1980 em Brasília, como Os Paralamas do Sucesso, o Capital Inicial e a Legião Urbana. Seabra é o responsável pela trilha sonora de Faroeste Caboclo. Trilha que deve incluir a canção-título. Mas como ela aparecerá é o maior segredo do longa-metragem.

Giuliano Manfredini, único filho de Renato Russo, ganhou um papel na trama. Fruto do relacionamento do vocalista da Legião Urbana com uma fã, Raphaela Bueno, morta em um acidente de carro em 1989. Giuliano, que nunca havia participado de um filme como ator, já foi guitarrista da banda Síndrome, hoje vive agitando o cenário musical da capital com os shows e eventos organizados por sua empresa, Mundano Produções. O envolvimento da família Manfredini na produção de Faroeste Caboclo vem desde 2006, quando os produtores do filme começaram a desenvolver o projeto de adaptação da canção para o cinema.

A canção, Faroeste Caboclo, foi composta por Renato Russo em 1979, quando ele tinha apenas 19 anos, mas lançada somente em 1987, no álbum “Que país é este?”, da banda Legião Urbana. Faroeste Caboclo conta, em 159 versos, as desventuras de João de Santo Cristo, o “bandido destemido e temido no Distrito Federal”, desde o nascimento numa fazenda no interior da Bahia, à sua morte, num duelo com o traficante Jeremias, em Ceilândia. A música tem 1.239 palavras, 168 versos e 9 minutos e 3 segundos de duração. Já o filme foi escrito por Marcos Bernstein e Victor Atherino, com consultoria do escritor Paulo Lins, autor do clássico livro Cidade de Deus, o roteiro de Faroeste Caboclo ambienta a rotina violenta de quadras do Plano Piloto e da periferia de Brasília entre 1979 e 1981.

Os roteiristas criaram novos personagens, para dar vida à canção nas telonas. Além de João, Maria Lúcia e Pablo, há um senador e um policial corrupto. Vivido pelo experiente Marcos Paulo, o senador é o pai de Maria Lúcia. O não menos experiente Antonio Calloni interpreta o policial bandido. Fabrício Boliveira interpreta João de Santo Cristo, o rapaz pobre do interior da Bahia que se muda para Brasília em busca de uma vida melhor. Já Maria Lúcia, a quem Santo Cristo o coração prometeu, é vivida por Ísis Valverde. Jeremias, maconheiro sem-vergonha, que desvirginava mocinhas inocentes e se dizia que era crente, mas não sabia rezar é vivido pelo jovem ator de teatro Felipe Abib.

O gosto pela maconha leva Maria Lúcia a conhecer os inimigos Jeremias e Santo Cristo. As cenas da Rockonha, a festa organizada por Jeremias, maconheiro sem-vergonha, onde muita gente acabou presa, de verdade, em flagrante pela temida polícia nos anos de chumbo da ditadura militar foram filmadas em Sobradinho, no mesmo sítio onde ocorreu a original, descrita por Renato Russo. Jeremias é marcado pelas roupas de couro e um bigodão ao estilo mexicano, típico dos antigos faroestes americanos. Para manter esse clima de bangue-bangue, o diretor escolheu as ruas empoeiradas do Jardim ABC, na Cidade Ocidental, para rodar as cenas de Ceilândia do fim dos anos 1970. Veja o trailer do filme:

Login or not login? Por que precisamos de cadastro?

Texto publicado originalmente no blog de Eduardo Santos

Para ser direto, hoje vou falar da necessidade de cadastro para baixar software no Portal do Software Público. Como o assunto está em moda por causa da discussão sobre o Novo Portal do Software Público, decidi escrever um pouco sobre o que penso. Sei que muita gente reclama do tema, e muitos me enchem o saco dizendo que exigir o cadastro para baixar o software é contra o Software Livre e muitas outras coisas do gênero. Para não ter que ficar respondendo a mesma coisa mais um milhão de vezes, resolvi me manifestar publicamente  […]

Veja o restante do texto no Blog: Login or not login? Por que precisamos de cadastro?

Escola de Bandidos?

Texto publicado originalmente no blog de Eduardo Santos

foto da escolaO assunto de hoje é triste, vergonhoso, enfim, não consigo encontrar adjetivos para defini-lo. Todos conhecem as restrições que tenho quanto ao modelo de funcionalismo público, principalmente por viver em Brasília e ser permeado por ele todos os dias. Tivemos uma discussão na linha quando o Digão publicou essa nota no facebook, relatando mais um […]
Veja o restante do texto no Blog: Escola de Bandidos?

Salvando vidas com a Coca-Cola

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Uma das empresas mais odiadas, quando o assunto é capitalismo, é a Coca-Cola. A Coca-Cola é uma das marcas mais conhecidas do mundo, se não for a mais conhecida, e está aberta a novas ideias. Alguém resolveu não odiar o refrigerante e usou sua estrutura para melhorar a vida de outras pessoas.

Um dos maiores problemas, principalmente de custo, para suprir regiões carentes e remotas de países pobres com medicamentos e outros bens essenciais é a logística e em qualquer lugar do planeta você compra uma Coca-Cola. Então, que tal pegar carona, literalmente, na logística de distribuição da Coca-Cola? Uma ONG viabilizou o projeto ColaLife e um estúdio de design criou uma embalagem especial:

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Uma das maiores causas de mortalidade infantil é a diarreia, então criaram o kit anti-diarreia que pode significar a diferença entre a vida e a morte para uma criança. Em formato de copo dosador, o kit tem sabão, purificador para água, etc. O kit é projetado para ocupar o espaço entre as garrafas nos engradados de Coca-Cola distribuídas em qualquer lugar que o refrigerante seja distribuído. Por incrível que parece, mas tem mais gente com acesso a Coca-Cola do que a água encanada no mundo.

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O kit é vendido por US$ 1,00 e dura por vários dias. Toda a cadeia de distribuição está levando uma pequena margem, o que é essencial para que o comerciante não jogue os kits fora. A iniciativa está em testes operacionais na Zâmbia, e está se mostrando um sucesso. A Coca-Cola não só deu carta-branca como colaborou com informações dos processos logísticos de seus distribuidores africanos.

Via: Wired

A Guerra Começou?

Texto publicado originalmente no blog de Eduardo Santos

Coluna de tecnologia publicada no Portal dos Calangos

Veja o texto original: A Guerra Começou?

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