A vida não é feita apenas de putaria, Google!

Replygirl

Umas das formas de vender quando se trabalhar com propaganda é ter conteúdo, aí está o 1º Sutiã e o Garoto Bombril que não me deixam mentir. Mas existe outra forma que é… SEXO! Por exemplo:

 Sex-sells

Mulher bonita sempre foi e será um meio usado pela propaganda e na Internet acontece a mesma coisa, um exemplo é o YouTube. Apesar de tentar manter o ambiente familiar, no YouTube existe muita sacanagem escondida e quando um vídeo viola as regras e começa a ganhar um caráter popular, é removido. Mas existe algo que o YouTube não conseguiu impedir, é o chamado Reply Girls.

O Reply Girls se tornou uma praga, mas afinal o que é Reply Girls? São apenas vloggers, só que elas têm algo que, por exemplo, o Felipe Neto não tem: PEITOS! Elas não falavam sacanagem e nem sexualizam, elas apenas caprichavam no decote, vão a um vídeo, selecionavam a opção de “Responder com vídeo” e pronto.

O vídeo não tem nada a ver com o vídeo original, mas aparece listado, assim:

Replygirl

Resumindo, as Reply Girls ganhavam milhares de visualizações, faturavam bastante com AdSense, não forneciam conteúdo algum e seus peitos não passavam de simples acessórios. E com isso os anunciantes começaram a reclamar, e o YouTube soltou uma versão nova de seu algoritmo de recomendação, diminuindo a importância dos tais vídeos das Reply Girls.

E agora está surgindo outra praga, gente que coloca frames únicos nos vídeos com cenas de sacanagem (como eu já disse é o que vende) mas o conteúdo não tem nada de obsceno. Com isso os tais algoritmos do Google não detectam nada de anormal. E depois que a pessoa clicou e validou a exibição do anúncio? Dinheiro em caixa!

É claro que essa praga apareceria no YouTube Brasil. Por exemplo, uma cena claramente de sexo explícito com a funkeira Anitta:

A mídia online hoje é uma concorrente direta dos formatos tradicionais. Um exemplo disso é a Netflix ter escolhido A Toca, da Parafernalha como primeira produção do site fora dos EUA. Isso mostra um respeito com o público e com as produções nacionais. E o Google não mostra respeito nem com o seu próprio serviço.

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