O celular sumiu…

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Eles aproveitam um minuto de descuido da vítima para furtar celulares à mostra, enfiados nos bolsos das calças, em mochilas e nas bolsas femininas. Em um show onde milhares de pessoas estão aglomeradas com objetivo de se divertirem, criminosos aproveitam para promover arrastões que só são percebidos pelos donos dos aparelhos horas depois. Embora não integrem quadrilhas especializadas nesse tipo de crime, os ladrões subtraem os celulares para revender no mercado clandestino de feiras ou para pagar dívidas com traficantes. Em operações policiais nas bocas de fumo, é comum encontrar dezenas de aparelhos roubados em poder de bandidos.

Os ladrões se aproveitam da distração das vítimas e do grande número de celulares em circulação no Distrito Federal. De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o DF é a unidade da Federação com mais aparelhos, proporcionalmente ao número de habitantes. São 5,92 milhões de linhas habilitadas, ou seja, pelo menos duas para cada morador. Aparelhos como iPhone e Samsung Galaxy estão entre os mais visados pelos bandidos, em razão de o valor de mercado ser um dos mais altos: entre R$ 1 mil e R$ 2 mil. Ele é revendido pelos criminosos por um preço entre R$ 500 e R$ 800. Já um aparelho com valor em torno de R$ 500 é repassado por até R$ 200.

Via Correio Braziliense

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