Livro – Conan, o Bárbaro

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“Conan, o que é melhor na vida? – Esmagar os seus inimigos, ve-los fugir para sempre, e ouvir os lamentos de suas mulheres”

Conan, o Bárbaro

 

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Fala Calangada, amantes de tudo que é divertido.

Talvez esta seja a nossa última publicação, pois, estamos a beira do abismo! Estamos prestes a encarar o fim do mundo! Prometo que se o mundo acabar, vou batendo palmas! E falando: parabéns! Vocês me enganaram direitinho! Parabéns a todos envolvidos! Hahahaha.

Hoje estou prestes a dar uma dica muito boa de natal. Se ainda não decidiu qual presente pedir ou que presente dar para aquele amigo, parente, namorada e etc nerd, esta é uma grande dica!

Estamos falando do único romance de Robert E. Howard, o criador de um dos mais fantásticos personagens da literatura “espada & feitiçaria” mundial. Estamos falando de Conan. Não se deixe enganar pela capa do livro, que é o poster do último filme (bem mais ou menos) do cimério. O livro Conan, O Bárbaro, se trata dos primeiros contos de Conan que serviram de inspiração a todas as outras histórias que vieram a seguir.

O livro possui 361 páginas de muita aventura, ação, membros decepados e mulheres, é claro! Se você não conhece muito bem Conan, este é um livro perfeito. Se você sempre leu Conan, este livro é uma dádiva de Deus. A narrativa de Howard é fantástica, e leva o leitor a cidades fantásticas, guerras intensas, aventuras com muita magia e batalhas sangrentas. Além do lado selvagem (PORRAAAADA) do livro, o autor mostra o lado inteligente de Conan, mostrando que o mesmo sempre analisa o inimigo e todo o ambiente antes de um entrave. Tornando assim sua vitória certa. Uma das caracteristicas mais impressionantes do personagem é a sua movimentação, que, é extremamente silenciosa. Mostrando o lado ladrão de Conan.

O livro possui 1 romance e 3 contos. A Hora do Dragão, o romance de Howard, conta a história de Conan Rei, onde vemos um Conan mais velho e mais sábio. No conto, Conan é vítima de um plano para tirar-lhe o seu trono. Nisto, vemos Conan tendo que voltar a ação para recuperar seu reino. Não seria interessante eu falar mais sobre esta aventura, pois, ela é fantástica e deve ser degustada por completo. Os outros contos também são fantásticos, e mostram o lado ladrão, pirata, mulherengo e brutal de Conan.

Uma passagem do livro traduz o que é Conan, quando ele está fugindo e encontra um cavaleiro de um reino inimigo. Nisto, o cavaleiro começa a trepudiar de Conan, e fala das glórias que irá ganhar por aprisionar o grande Conan. Neste meio tempo, sem falar nada, Conan acaba com a conversa sem soltar uma palavra, terminando com todos os pertences do cavaleiro e seu cavalo. O que ele fez com este cavaleiro? Aconselho a você ler o livro e “ver” com seus próprios olhos!

Conan, o Bárbaro foi editado pela editora Generale e pode ser encontrado nas melhores livrarias da cidade.

Feliz Natal para todos e até semana que vêm! Lembre-se de aproveitar esta data para trazer coisas boas para sua família e para perdoar! Sim, isto é o melhor da vida, além de esmagar seus inimigos…

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=kkSFIWzi7aA]

É sempre ouvir o original do Schwarza!

 

A Vida de um Gamer

Foto do jogo do Super NES

“International Super Star Soccer DEEEEELUXE!!!

Nome de um dos melhores jogos de futebol da história

Olá queridinhas e queridões, amantes de tudo que é divertido.

Antes de entrarmos no assunto desta semana, gostaria de explicar mais este espaço do Portal Calangos.net. Toda quinta-feira, o espaço do Balbúrdia POP terá um novo post destinado a vários assuntos voltados para o entretenimento como um todo. Cinema, Games, Leituras (Livros e Quadrinhos), Música… enfim, como o próprio nome diz, uma Balbúrdia (Confusão) de idéias relacionadas ao mundo da diversão. Então, gostaria de proporcionar textos que divirtam vocês. So, enjoy it! Vou pedir também que se você gostar do que leu, ou se discordou, ou não tem mais o que fazer, que deixe um comentário no site para podermos fazer sempre um bate bola maneiro sobre o assunto. Conto com vocês!

Hoje falarei de uma mídia que me diverte a muito tempo. Desde minha infância. Essa mídia cresceu comigo, evoluiu, e hoje rivaliza como gente grande com o poderoso mercado de Hollywood. Estou falando do Videogame.

Tenho um grande histórico de Gamer. Fui criado juntamente (e por) meu irmão mais velho Reinaldo. Fomos crescendo e jogando juntos. Lembro-me de apanhar muito dele em jogos de dois. Fato que começou a mudar um pouco de aspecto com o tempo. Ou seja, fui crescendo e aprendendo os “hadoukens” da vida. Hoje, ele tem que suar a camisa para ganhar uma partida de Tekken ou UFC de mim.

Tivemos vários consoles: Atari, MSX (com os lendários jogos em FITA K7!!!), Phantom System (O Nintendinho da Gradiente), Master System, Super Nintendo, Dreamcast, PC, PS1, PS2 e agora, comprado com muito suor, o PS3. Menção especial a todas as máquinas de fliperama que encontrei pela vida!

Quem lê isto, sem me conhecer, pode pensar que nunca tive amigos e apenas jogava videogame. Se pensou isto, PEEEEEEIIIMMM, resposta errada. Jogue muito Bet (ou taco), futebol, basquete. Joguei muito 5 corta (Era sempre divertido corta a bola na cabeça de quem estava no meio.), queimada (Sim, boladas apenas na cabeça para o queimado ir tonto para trás do campo.) o famoso Porradobol (Rugby é para fracos) enfim, todas as brincadeiras de uma criança ativa. Quando chovia, as vezes, faziamos o que muitos brasilienses amavam, jogar golzinho em baixo do bloco (Quantas lâmpadas não quebrei fazendo isso).

Dentro todas as brincadeiras que descrevi acima, uma era especial. O videogame. Porque? Porque você podia estar sozinho, disputando com a máquina. Ela me despertava um sentimento bom. De me superar, de ser melhor. As vezes “ganhava” horas enfrentando um chefão de Ninja Gaiden ou um time dificil de vencer no Winning Eleven (Felizmente tinha sempre o Allejo, camisa 7 que no final das contas resolvia a parada). E a disputa aumentava muito mais quando os amigos se juntavam em volta da TV. Ai companheiro, o bicho pegava. Ninguém queria perder e ser zoado na frente da galera. Você tinha que ser o melhor, sempre. E quando a galera juntava para ir para a locadora, a disputa era profissa. O bagulho ficava sério.

Na minha vida, o videogame ensinou parte do meu inglês, me contou várias histórias incríveis a qual eu pude participar (Chrono Trigger, God of War, Mass Effect e agora, consumindo minha vida, Skyrim), me proporcionou momentos de glória (como um campeonato de NBA 96 que eu ganhei com o Spurs). Esta é uma mídia que não deve nada para a experiência de ver um Star Wars, de ler e ver um Senhor dos Anéis, de ouvir um albúm do Guns N’ Roses. O videogame é uma mídia interativa, que lhe permite fazer coisas que normalmente você não poderia fazer. Estar em lugares fantásticos, conhecer seres diferentes, enfim, ser parte da história.

Hoje, o videogame tem um lugar especial na minha vida. É com ele que eu descanso a minha mente, que eu esqueço um pouco dos problemas do dia a dia. É ele que me deixa mais leve para o dia seguinte, e que continua me contando histórias incríveis e me proporcionando grandes desafios. Posso dizer que o videogame não é um brinquedo. Ele é um centro de entretenimento, que irá te contar histórias mais maduras, com jogos cada vez mais próximos da realidade, com cenas cinematográficas, de tirar o fôlego. Trilhas sonoras feitas por vários compositores de Hollywood que sempre estão na minha playlist (Sempre antes de abrir o Photoshop, ouço o tema de Skyrim, ou o tema de Battlefield 1942 para me inspirar) Histórias que te emocionam, pois, você se preocupa com aqueles personagens com quem você convive no mundo virtual.

É claro que o que é demais as vezes atrapalha, então, tento me policiar para não deixar aquela imersão toda pegar muitas horas do meu dia. Pois, a vida adulta te cobra muito. Porém, se eu tiver um tempo para me divertir, escolho sempre esta mídia, que sempre me fez tão bem.

Se você não joga videogame, se acha que tudo que eu falei é uma tremenda besteira, te pergunto qual é a sua diversão. Ficar no facebook? É uma forma de entretenimento. Ver filmes? Também. Novela? Quem nunca viu nenhuma? O que quero dizer é que existem várias formas de entretenimento. Há vários tipos de mídias, para vários tipos de pessoas. Lembro que a maior diversão de meu amado e finado avô Paulo era ouvir rádio AM lendo um jornal. Ele sim sabia viver, consumia duas mídias ao mesmo tempo! Então galera, escolha a sua mídia favorita e divirta-se! E se sua mídia favorita for esta aqui, a gente se esbarra por ai em uma partida de UFC ou Fifa, beleza?

Um grande abraço a todos!

PS: Ouça as músicas de Skyrim e Battlefield pelo link no nome das músicas, são fantásticas! Para os fãs de Allejo 7, tem uma surpresa escondida no post!

 

Curta a Vida Adoidado

Foto do filme

 

“A vida passa muito depressa. Se não paramos para curti-la de vez em quando, ela passa e você nem vê!”

Ferris Bueller

Por Digão Bacelar

Minha infância passa por momentos maravilhosos. Para mim, é quase impossível ouvir uma música do The Cure e não me transportar para os anos 80, quando ia todos os finais de semana com meus pais para o clube. E se por acaso, você ouve uma New Wave como A-Ha, Bolshoi,  Duran Duran e etc, e sua mente se transporta para momentos como estes, você deve ter passado muito tempo vendo a Sessão da Tarde. Entre vários filmes fantásticos como Goonies, Tira da Pesada, De Volta para o Futuro (este será um post futuro) tinha um que eu parava para ver em qualquer lugar que eu estivesse. Até hoje eu vejo a obra prima de John Hughes e sinto a sensação de anos atrás, a sensação de que a vida pode ser muito melhor e divertida. Rio com a mesma intensidade de antigamente quando vejo o meu Blu-Ray (vale muito a pena comprar) e me reencontro com este grande amigo,  Ferris Bueller (Matthew Brodick). Este filme é Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller Day Off) de 1986.

A sinopse deste clássico? Extremamente simples. Ferris Bueller, um jovem extremamente popular em sua escola (e cidade inteira), decide matar um dia de aula com seu melhor amigo Cameron Frye(Alan Ruck) e sua namorada Sloane Peterson (Mia Sara). Para isso, se finge de doente para seus pais e escola. Persuade Cameron a embarcar nessa com ele e arquiteta um plano para tirar Sloane da escola. Enquanto isso, seu diretor da escola (Diretor Rooney) dedica a sua manhã inteira a acabar com a moleza de Ferris, idéia apoiada por sua irmã Jeanie Bueller (Jennifer Grey de Dirty Dancing) que simplesmente odeia a ideia de o irmão sempre se dar bem. Menção honrosa para Ben Stein, que interpreta o professor de Economia de Bueller. Numa cena fantástica de uma aula que você já deve ter tido em sua vida, ele fica na chamada repetindo: Bueller… Bueller… Bueller… Impagável. E pasmem, este é o primeiro filme de Charlie Seen, fazendo o papel de um delinquente viciado. A vida realmente é engraçada…

Esta obra prima é a prova de que uma boa ideia colocada em prática não precisa necessariamente ser totalmente desenvolvida. As vezes, o diferente é botar a mão na massa e deixar as coisas acontecerem. O roteiro do filme foi escrito em 6 dias, sim 6 dias. Simples, rápido e direto. A técnica de John Hughes de colocar Ferris conversando com o telespectador,  nos leva a se integrar ao filme. Você acaba sendo o quarto integrante que irá com Ferris nessa manhã inesquecível!

Uma trilha sonora feita por David Bowie com Love Missile F1-11, Michael Jackson, Flowerpot Men com Beat City, música que te leva à cidade em uma incrível Ferrari 250 California SWB, Twist and Shout dos Beatles cantada por Ferris e toda a cidade, A famosa Oh Yeah (Ohhhhhhhhh Yeah! Tik ti caaaaa!) que embala a derrota de Rooney perante Ferris. Até a trilha sonora de Star Wars é inserida na fita, tem elemento maior da cultura pop do que este?

Eu poderia passar horas e horas analisando cada detalhe deste ícone, porém, o que eu quero dizer falando de Curtindo a Vida Adoidado é que este clássico me faz pensar muito em como a vida pode ser melhor aproveitada. Sim, a chave de tudo está no aproveitamento. Ferris não tinha nenhum problema em enganar o sistema. O sistema no filme é sempre ludibriado por ele (A escola, o diretor, os pais, o governo, a polícia e até um restaurante, afinal, ele é Abe Froman, o Rei da Salsicha de Chicago.) e mesmo assim, ele não prejudica ninguém com isso. Até mesmo o pai de Cameron (ao perder a sua Ferrari 250 California) será recompensado com uma boa conversa com o filho. Mesmo contra tudo e contra todos, ele transformou um dia qualquer em um dia inesquecível. E nisso, quando eu vejo os créditos finais do filme, me pergunto: Estou Curtindo a Vida Adoidado, ou, estou apenas a vendo passar? Curtindo a Vida Adoidado te leva a esta reflexão de forma leve e humorada. Ferris te deixa totalmente à vontade e te mostra um novo mundo em um velho cenário. Que cenário? A família, a escola (o que pode ser encarado agora como o trabalho) os problemas, amizades, casamento e etc.. Tudo abordado de forma simples e direta.

 

Então se um dia você acordar com uma vontade de xingar o mundo e mandar tudo para os ares, de repente o que você precisa, é fazer o que você gosta, pelo menos uma vez no ano, com quem você ama. Você precisa de um “Day Off”, você precisa Curtir a Vida Adoidado! Mas sempre lembrando que não pode ser pego, pois, como diria Ferris: Só os burros são apanhados, os espertos sobrevivem.

 

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