Cinema – Crítica Man of Steel – O Superman tratado como deve ser

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Faaaaala Calangada!

Muitos já ouviram a frase: Para o Alto e Avante! O que ela significa para você? Para mim, remete ao super-herói mais poderoso de todos os tempos, Superman. Não li tanta coisa assim do Superman, mas, acredito que li uma de suas principais sagas: A Morte do Superman. Nela, toda a mitologia do herói é explicada e detalhada. A ação e a emoção desta saga me fez ver o “azulão” com outros olhos.

Eis que me deparo com Man of Steel, O Homem de Aço. Ao ver na telona Henry Cavill (Superman/Clark Kent/Kal-El) já notei que aquele realmente é o Super. Queixo quadrado, Corpo de Superman (uiuiui) e atitude. Uma excelente escolha do casting do filme. Detalhe: Cavill fez o teste para Bruce Wayne para a nova trilogia de Batman, e perdeu para Christian Bale. Acho que podemos agradecer isto.

O filme definitivamente tem um tema de ficção cientifica, e não de ação. E porque? Ora bolas, o Super é um E.T, um alienígena! Nada mais normal do que isto. E isto é jogado ao telespectador desde a aparição do logo da Warner, cravejado de dialetos alienígenas até ao final dramático da fita.

No primeiro ato do filme, vemos a queda de Krypton, planeta natal de Kal-El (Este é o nome Kryptoniano do Super. Se você não sabe isso… que burro! Dá zero para ele!) Jor-El, pai do Homem de Aço, interpretado fantásticamente por Russell Crowe, é um dos líderes do planeta. Krypton está em cataclisma iminente. A única forma de seu filho Kal-El sobreviver é manda-ló para outro planeta, plano este que quase foi anulado por conta do General Zod (Michael Shannon) um tirano que deseja salvar Krypton a qualquer custo. Após a fuga de Kal-El de Krypton, levando juntamente um artefato chave para a salvação do planeta, Zod toma como missão recuperar este artefato e destruir tudo e qualquer um que estiver em seu caminho.

Após a partida de Kal-El e a queda de krypton, vemos alguns flash da infância de Clark, e tudo o que ele passou que construiu a sua personalidade altamente altruísta. Muitos dos valores passados por seus pais adotivos, Martha (Diane Lane) e Jonathan Kent (Kevin Costner). Kevin Costner é outro grande presente no filme, trazendo a parte humana de Clark a tona, ensinando-o a guardar seu segredo a todo custo.

A Lois Lane do filme (Amy Adams) também não decepciona, e, demonstra o lado ousado da repórter, algo que é muito frequente nas HQs. O casal tem química, e faz você comprar o zelo que um tem pelo outro.

As cenas de ação são um espetáculo a parte, tendo toda destruição de uma revista do Superman, com direito a uma SUPER pancadaria, destruição de prédios e duelos de super poderes. Ai é que se encontra um pequeno problema do filme. A pancadaria “massa veio” se estende demais, e, com o decorrer dos fatos, você já está meio que anestesiado com tanta destruição. Acho que se algumas partes fossem cortadas, o filme teria uma nota maior.

A trilha sonora da fita conta com Hans Zimmer, que teve a missão de duelar com o clássico tema de John Williams. O resultado foi uma trilha muito emocionante, que embala todo o filme. A cena do primeiro vôo do Azulão, levado juntamente com a trilha, te leva junto e te tira levemente da cadeira do cinema.

Qual o resultado de tudo isso? Um grande filme de Super-Herói, como deve ser. Com muita pancadaria, com uma história que conta uma boa origem do Super e com grandes poderes! O que é mais importante.

Como todo filme, ele possui alguns pontos fracos. A história tem alguns furos e alguns personagens tem motivações um pouco vagas. A tecnologia de Krypton as vezes te deixa meio confuso, fazendo você comprar o “tecnoblabla” que os personagens soltam no filme, como:”Eles estão fazendo um campo de antigravidade na terra, o que bla bla bla Krypton bla bla bla Motor Fantasma e mais bla bla bla”.

O final conta com um grande duelo entre Superman e Zod. Quase um duelo da Faroeste, onde as armas dos oponentes são seus punhos.

Resumo da ópera, assista Man of Steel no cinema e vibre com tudo que ele tem a te apresentar. Se solte, vá com a mente que está vendo um filme de super-herói e saia do cinema com o excelente tema do filme na cachola e querendo voar por ai!

Nota: 8,5 de 10.

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One Response to Cinema – Crítica Man of Steel – O Superman tratado como deve ser

  1. Aderson 26 de julho de 2013 at 11:25 #

    Eu colocaria… a função de cada personagen que nesse filme ficou mais claro em relação aos outros, como Zod que e de proteger seu planeta a qualquer custo, do pai do Super um cientista, mostra a importancia dele que carrega seu povo dentro de si, e o porquê dele vir para o planeta terra, realmente teve muitas pessas soltas mais acredito que isso será amarrado nos próximos filmes…

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