Malévola – CONTANDO O MESMO CONTO DE NOVO, DE MODO NOVO

malevola

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Por Diego Costa

 

A história da Bela Adormecida já é de conhecimento geral: princesa é amaldiçoada no dia do seu batizado por uma bruxa má que diz que ela furará o dedo na roda de tear no dia do 16º aniversario e que dormirá eternamente ou até que receba um beijo de amor verdadeiro. Porém, como mostrar essa historia para um novo publico? Que tal mostrar que nem tudo é tão bom ou tão mau como aparenta. E foi com essas premissas que a Disney desenvolveu Malévola (Maleficent, 2014).

 

A nova versão, conta a historia da personagem Malévola, partindo desde sua infância no mundo das fadas quando interpretada pela graciosa Isobelle Molloy até se tornar adulta, quando entra em cena Angelina Jolie em todo o seu esplendor.A historia do longa não se limita a focar na maldição da Princesa Aurora, interpretada por Elle Fanning como na animação de 1959, mas é ampliada, contando fatos muito anteriores ao nascimento da princesa e da maldição que a leva ao sono eterno.

 

E é a criação da personagem Malévola que o filme me ganhou, porque diferente de qualquer conto de fadas, aqui o vilão não é mau por ser mau, mas teve uma motivação que a tornou assim. A construção da personagem me lembrou a historia de vários psicopatas famosos estudados pela psicologia em que o indivíduo é bom, porém, vários fatores de seu meio o levarão a se tornar ruim.Neste ponto, é clara a alegoria com a famosa citação de Jean Jacques Rousseau (1712-1778): “o homem nasce bom e a sociedade que o corrompe”.

 

A personagem passa por fases muito bem delineadas na historia, desde sua infância pura junto as criaturas magicas, à fomentação do rancor que leva a maldição e sua redenção. E o fato de ser Angelina Jolie interpretando contribui muito com o filme, pois além do visual estar igual a Malévola clássica, Jolie capturou de forma primorosa as expressões da personagem, dando veracidade a cada nuance, cada olhar. As demais interpretações do filme também não ficam por menos, principalmente quando entram em cena Sharlto Copley (Esquadrão Classe A) como Rei Stefan e as fadas Flittle, Knotgrass e Thistletwit, vividas por Lesley Manville (Cinzas), Imelda Staunton (Harry Potter e a Ordem da Fênix) e Juno Temple (Lovelace).

 

Sobre a historia, apesar de se tratar de um conto de fadas, o filme passa longe de ser infantil, visto que apresenta discussões puramente adultas, como preconceito com o desconhecido, egoísmo e ambição a qualquer preço. Em certos momentos, ate as cenas mais simples trazem em seu bojo fortes implicações filosóficas e politicas. Em contraponto, desde “As Cronicas de Nárnia”, a Disney vem mostrando que sabe fazer filmes com ótimas cenas de ação e Malévola definitivamente não fica de fora, sendo as cenas de batalha grandiosas e dignas de aplausos.

 

E mesmo o grande uso de CGI não tornou tais cenas maçantes, pois dão o toque mágico que o filme necessita. O mundo de Malévola é impressionante, pois mistura humanos, criaturas magicas e ambientes internos e externos de forma fluida, tanto que por vezes é possível confundir realidade com efeitos visuais.

 

Para finalizar, o longa apresenta um dos melhores e mais coerentes finais de um conto de fadas que eu já vi. Tem todos os elementos necessários a agradar, porém, não se fixa nos clichês e mostra que é possível uma nova visão para o estilo.

 

Malévola é uma historia original dentro de um conto antigo, e que mostra o porquê a Disney ainda ser a potencia cinematográfica que sempre foi, portanto, vale muito a pena não apenas ser assistido, mas apreciado cena a cena.

Capitão América 2 … HEIL MARVEL! – Por Diego Costa

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Faaaaaaaaaala Calangada! Temos um novo editor nesta bagaça! Lhes apresento o Diego Costa, grande parceiro de Santos! Ele viu o Capitão América 2, e mandou sua resenha sobre este filmaço! Texto este que você pode conferir na integra abaixo! Lembre de comentar! Abraço a todos!

 


O segundo filme solo do Capitão América estreou nos cinemas e mostra que a Marvel não estava para brincadeiras quando decidiu assumir as rédeas de suas produções cinematográficas.

 

O longa estrelado por Chris Evans no papel do Capitão conta uma estória mais madura e ocupada cronologicamente após os eventos d’Os Vingadores, e tem um que de filme de espionagem que o torna mais adulto que os demais filmes da empresa.

 

A estória em si se desenvolve progressivamente até seu ápice entre o meio e o final da película, onde alguns fatos são contados e inimigos demonstrados ao público de maneira clara, o que gera uma onda de lembranças dos filmes anteriores e de especulações aos próximos.

 

Enquanto isso, o inimigo que dá nome ao filme, o Soldado Invernal interpretado por Sebastian Stan, satisfaz e dá esperanças aos futuros filmes da franquia. Quero ver esse cara em Guerra Civil!

 

E, aqui podemos apontar um fato curioso, pois, apesar da trama ser mais seria e o visual ser menos colorido que em Os Vingadores, por exemplo; o filme não perde a identidade visual de onde saiu, ou seja, das HQs.

 

Cada reviravolta do enredo, cada frase, cada ação parece ter sido tirada de uma revista em quadrinhos. É como ter paginas de “Steve Rogers: Super Soldado” ou “Capitão América: O Soldado Invernal” lançada na tela, o que torna o filme mais fácil e gostoso de assistir.

 

E sobre as cenas de ação não há o que se falar de negativo, pois, nestas até mesmo quem diga não gostar de filme de super-heróis vai ficar com grudado na cadeira com as ações tomadas pelo Capitão e sua trupe.

 

E no quesito pancadaria, as coreografias de luta são um espetáculo a parte, é um show de MMA na tela grande.

 

Não dá para se falar de um filme da Marvel e não citar as interpretações de Chris Evans, Scarlet Johansson (Viúva Negra), Samuel L. Jackson (Nick Fury), e dos “novatos” no Universo Marvel, Anthony Mackie (Sam Wilson / Falcão), Robert Redford (Alexander Pierce) e Sebastian Stan (Soldado Invernal). Cada um dá ao seu personagem uma característica única e que o faz se tornar essencial a trama e como ela avança.

 

Em suma, Capitão América – O Soldado Invernal é um filme imperdível para qualquer fã da Marvel, e para quem busca se divertir no cinema sem a preocupação de ficar deslocado com a história, bem como é uma ótima oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o passado e o futuro do Capitão.

 

Texto por: Diego Costa

House of Cards – Uma Série Políticamente (e deliciosamente) Incorreta

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IU9c9D4afVk.market_maxres Faaaala Calangada!

A Netflix realmente está se mostrando uma gigante do entretenimento. Ela é a porta de entrada para muitas séries, filmes, (vi a trilogia completa O Poderoso Chefão recentemente no Netflix, um final de semana mágico) desenhos, documentários e outros. Com isso, a empresa tem modificado o comportamento da audiência, trazendo o chamado conteúdo “on demand”. Há relatórios gastos de banda larga nos EUA sendo em sua grande parte sendo direcionada ao Netflix, deixando a tv convencional (e até a tv a cabo) um pouco obsoleta. Quando temos um cardápio gigantesco com conteúdo sobre demanda, fica difícil se sentir atraído em sentar no sofá e zapear a tv atrás de algo que lhe agrade. É melhor ver algum canal no YouTube ou no próprio Netflix. Com esse cenário, a Netflix começou a criar seu próprio conteúdo. E criou bem e com muita qualidade.

E hoje quero te indicar mais uma grande experiência que tive de entretenimento, House of Cards. A série já estava a um tempo em minha lista no Netflix, junto com Homeland (isto é um outro post). Foi quando numa tranquila manhã de sábado, a Pri, minha esposa, sentou no sofá ao meu lado com o seu café da manhã e me perguntou: tem algo para ver? Lembrei que tinha separado a série para ver com ela. Dei play. E com menos 5 minutos de série, Frank Underwood já tinha meu voto para quantas eleições ele concorresse. O tempo voou enquanto víamos a série, e quando acabamos a primeira temporada, já era domingo a noite. E não podiamos esperar pela segunda temporada, que já assistimos… é… vamos ter que esperar um pouco para ver a terceira agora. Que longa espera!

A série é estrelada por Kevin Spacey, que está simplesmente fantástico no papel do congressista americano Francis Underwood, que tem o dom de manipular tudo e todos para atingir os seus objetivos. Tudo isto com a grande ajuda de Claire Underwood, sua esposa, que tem papel fundamental na estrutura emocional do personagem de Frank. Dentro da Casa Branca, Frank conta com o seu assessor Doug Stamper, que assim como Claire, serve de estrutura para Frank, mas, aqui, funciona como estrutura operacional, sendo o homem de confiança de Frank.

A série tem uma característica fantástica, a quebra da chamada quarta parede. Se você está se perguntando que diabos é isso, te pergunto: você já viu Curtindo a Vida Adoidado? Neste Cláaaaaaassico, Ferris Bueller conversa com o telespectador durante o filme. E ele comenta o que está acontecendo no filme, falando sobre suas decisões e sobre seus pensamentos. O que Kevin Spacey faz em House of Cards é exatamente isto, de forma magistral e totalmente sarcástica, fazendo você se sentir parte de tudo aquilo que está acontecendo. Nisto, mesmo Frank fazendo algo que você julga errado, você torce por ele, pois afinal, você faz parte deste plot. Se tem um capítulo que Frank fica muito tempo sem falar contigo, você logo sente falta, e quando se dá conta, está resmungando: “fala comigo cara, o que está rolando”.

Outra característica forte para se ver a série? A principal e melhor, a política. Mas você pensa: política americana? O que tem a ver? Olha, não sou especialista em política. Temos no site a nossa especialista (beijo Renatinha) que também acompanha a série. Posso estar falando alguma besteira aqui e ela pode me corrigir, mas pelo que vejo lá e cá, não há tanta diferença. Temos os deputados, senadores, governadores, vice-presidente, presidente. Claro que os EUA possuem muitas diferenças, mas se você pensar em poder, política, dinheiro e pessoas, a série retrata bem um ambiente no qual pessoas influentes brigam para se tornarem mais influentes ou mais ricas. Frank fala que não quer dinheiro: ele quer poder. Dinheiro acaba, o poder, é outra história. E como conseguir poder? Quem realmente tem poder? Um questionamento poderoso não?

E a imprensa? Como ela se comporta em um ambiente deste? Como um repórter faz para cobrir o mundo político? Quais são suas conexões?  Todos os dias vemos muitas notícias referente a política, mas não sabemos como aquilo realmente chega em nossas telas e jornais. Para retratar este mundo, a série traz Zoe (Kate Mara) uma jovem jornalista de política que possui uma vontade inabalável de conseguir subir na redação do Washington Herald custe o que custar. O que vemos com Zoe em que algumas matérias que vão a público com conteúdo político podem trazer benefícios a políticos específicos e escolhidos a dedo. Mesmo (e principalmente) que seja um escândalo. E vemos em House of Cards que algumas vezes essas matérias tem hora e data para serem publicadas. Claro, é uma ficção, mas… até que parte? Está seria uma hora que Frank olharia para a tela e falaria: Claro que é apenas uma ficção,  porque alguém acreditaria em tal coisa?

Enfim, a série foi uma grata surpresa para mim. As duas temporadas estão disponíveis no Netflix, prontas para serem degustadas por você que não viu. Se você ver a série, não esqueça de comentar!

E para você que já viu a segunda temporada, só tenho um comentário: toc toc.

YO, Breaking Bad, entretenimento de primeira, BITCH!

BB

BB

Faaaaaaaaaaaala Calangada,

O que falar das minhas últimas grandes experiências de entretenimento? Django, GTA V, Filhos do Eden de Eduardo Sphor (um grande livro) entre outros. Mas do que eu vou falar é da MELHOR EXPERIÊNCIA DE ENTRETENIMENTO SERIADA que tive na vida. Estou falando da aclamada série Breaking Bad, um dos maiores sucessos de crítica dos últimos tempos. Breaking Bad se transformou no que o mercado chama de um “Game Changer”, ou seja, ele mudou o jeito de se fazer séries. BB é um filme de várias horas. É um plot fantástico que não poderia ser executado em um tempo normal de 2h ou 2h30m do cinema convencional. Esta é a nova tendência das séries, como é o caso da excelente Game Of Thrones da HBO, que segue pela mesma linha. Fora isto, temos uma câmera fantástica, que pode está dentro de uma fritadeira de batatas no Pollos Hermanos ou em uma Pá que está no ombro do personagem caminhando. Uma estranha e ao mesmo tempo linda fotografia no deserto do Novo México, aliada a uma trilha sonora que combina com cada segundo do que você está vendo em tela.

Mas sobre o que se trata BB? Vou falar de forma bem crua e seca como a série: Imagine que você é um professor de química ok? E você sabe que é um gênio. Quando mais jovem, você e dois amigos começam uma empresa e você é o principal elemento para aquela ideia dar certo. Por algum motivo, os outros dois te desagradam e você deixa a sociedade. Se casa, tem um filho que tem uma deficiência motora e vira professor de química para pagar as contas. Depois de um tempo, a mesma empresa, que você deu a sua alma para fundar, passa a valer alguns milhões de dólares e aqueles dois amigos ficam ricos  te viram as costas. E você? O gênio tem que trabalhar em meio período em um lava jato para complementar a renda de sua casa, pois, a sua esposa está grávida novamente. Você tem 50 anos atualmente, esta desgostoso da vida, vê que não atingiu seu potencial e vê que não vai chegar a lugar algum.

Depois desta “vida dos sonhos”, você passa mal na rua, vai parar no hospital e, pasmém, descobre que tem um câncer no pulmão! Não… você não fuma… Olha para sua vida e descobre que vai morrer, porque não tem dinheiro suficiente para pagar os cuidados médicos e vai deixar sua esposa com um filho deficiente e com um bebê a caminho. O que você faria?

Nisto, seu cunhado, agente da Narcóticos, te convida para uma batida, para dar uma sacudida na sua vida. Você tem interesse de ir, para dar uma “checada” no “laboratório” dos traficantes.  Depois da batida, você vê tudo aquilo e vê que aquela metanfetamina que estão fabricando ali é lixo, que você, como um brilhante professor de química, poderia estar fazer um produto primoroso que poderia garantir o futuro da sua família. Você descobre que um ex-aluno seu vende o produto e “cozinha” metanfetamina e ai você está: BREAKING BAD! Termo este que seria como: Chutando o Balde. (Se a série passar no SBT, o Silvio colocará este nome, pode ter certeza!)

Nisto temos Walter White (Bryan Cranston – Drive) como este personagem descrito acima. Tendo uma das atuações mais fantástica que eu já vi. O personagem de Walter, juntamente com Jesse Pinkman (Aaron Paul – Need For Speed) formam uma relação de altos e baixos, lembrando em muitas vezes, uma relação de pai e filho. Quando o trabalho de cozinhar “cook” a metanfetamina surge, o trabalho só é completo quando os dois estão juntos. Jesse representa o despertar do lado sombrio de Walter White, no qual, o simples professor de química começa a se meter com coisas mais pesadas e mais sujas, como assassinatos, roubos e, principalmente, o mundo das drogas. O caminho que Walter tem ao lado de Jesse nos mostra os passos de um simples professor de química querendo deixar uma herança para sua família, que se envolve cada vez mais neste mundo, procurando sempre aprimorar seu “produto”.

Neste obscuro caminho conhecemos também vários personagens perigosos e cativantes. Posso citar Gustavo Fring (Giancarlo Esposito) o dono da cadeia de frangos fritos Los Pollos Hermanos, um grande traficante de drogas altamente estiloso e discreto. Na contramão de Gus, temos Tuco, um traficante mexicano totalmente “porra-louca” com o qual Walter e Jesse começam a fazer negócio.

Já na outra parte da vida de Walt, temos o fator motivador de tudo. Sua família. Formada por Skyler (Anna Gunn), sua esposa que está grávida e que, acima de tudo, ama e acredita em Walter. E seu filho Walter Jr. Sua cunhada e cunhado, Hank, agente da Narcóticos, que transforma a sua vida familiar em uma grande montanha-russa. Afinal, um agente especializado em achar traficantes de drogas frequenta a casa de Walter, o que deixa o lar de Walt num tabuleiro de xadrez, no qual, qualquer movimento errado pode fazer ele perder literalmente tudo.

Todos os outros fatores que fazem desta série uma grande pedida para o seu entretenimento tem que ser descobertos temporada por temporada. Se você não possui Netflix, aconselho fortemente que faça a adesão (Uma mensalidade que vale a pena e séries fantásticas, porque você ainda não tem Netflix??? Tá doido?) e comece BB desde o seu primeiro episódio (Não cometa o erro de ver um episódio de uma temporada qualquer, você não entenderá a série como deve ser entendida.) Entre nesta série e aprecie uma das maiores obras seriadas já realizadas! Espero que apreciem!!! Espero os seus comentários!

Yo, Run and watch, BITCH!

 

A Vida Secreta de Walter Mitty – Pare de sonhar e comece a viver

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Faaaaaaaaala Calangada!

Você já sonhou acordado? Sonhou preso em um engarrafamento ou em uma fila de banco? Sonhou em fazer o gol do final do campeonato e correr de braços abertos para a torcida? Ou em falar aquela piada engasgada a muito tempo para seu chefe e fazer todo mundo rir? Ou em ser aquele cara extraordinário, aventureiro, surfista ou o que for, para conquistar uma garota? Então você vai entender a história de Walter Mitty.

A Vida Secreta de Walter Mitty é uma história para tocar e motivar qualquer pessoa que vá ao cinema de coração aberto, que vá despido de qualquer crítica ou preconceitos. Muitos classificaram o filme como auto-ajuda, um grande power point ou ainda “um filme com fotografias de instagram”. Se todo Power Point fosse assim, acho que abriria todos. Pois, o conjunto do filme motiva, diverte e em certos momentos, emociona. O filme é dirigido, e muito bem por sinal, pelo seu ator principal, Ben Stiller (Trovão Tropical) que traz, talvez, o projeto mais maduro de sua carreira.

Walter Mitty é um homem solitário e totalmente introspectivo. Características estas que o levou a não ter grandes momentos em sua vida, lacuna que é preenchida com o seu lado sonhador, que o faz ter paralisias durante o dia, em momentos no qual ele foge da realidade. Walter trabalha na famosa Revista Life, com tratamento e revelação de fotos. Como trabalha a muito tempo na empresa, foi responsável pelas capas mais famosas da revista. Porém, o seu trabalho não é muito reconhecido. A Revista Life está em transição, e terá sua versão impressa encerrada para se tornar Life Online, ou seja, muitos funcionários serão demitidos e realocados. O trabalho de Walter não será mais utilizado. Antes disto, Walter tem um último trabalho. A última capa da Revista Life impressa. Foto da capa que foi enviada pelo melhor fotógrafo da Revista Life para Walter, como presente por serviços prestados, Porém, a foto 25, indicada por Sean O’Connell (Sean Penn), não está no rolo, o que faz Walter ter que estudar as outras fotos e descobrir em que lugar do mundo está Sean, e ir atrás da foto 25, para assim, poder concluir seu longo trabalho na Life.

Neste meio tempo, Walter se apaixona por uma colega de trabalho, Cheryl Melhoff (Kristin Wiig), que se torna em uma fonte de inspiração para o sonhador. Mitty, após reunir algumas pistas, decide ir atrás de Sean na Groelândia. É ai que o filme cresce. O personagem faz mais do que planejar, do que traçar metas e objetivos na vida. Ele toma uma decisão e age. Na cena chave do filme, temos Walter saindo do seu conforto, indo de encontro ao desconhecido. Tudo isto casado com a fantástica “Wake Up” do Arcade Fire e com a o lema da Revista Life aparecendo aos poucos na tela “Ver a vida, ver o mundo, ver coisas milhares de milhas de distância, coisas escondidas atrás de muros e dentro de quartos, coisas perigosas por vir, chegar mais perto, encontrar um ao outro e sentir. Essa é a razão da vida“, 

Dai em diante no filme, vemos Mitty vivendo seus sonhos, e alcançando lugares que ele nunca pensou que chegaria. Vemos a jornada do personagem. E podemos começar a pensar no tempo em que estamos apenas sonhando e no tempo em que estamos vivendo. O filme traz uma boa reflexão para começo de ano e com certeza, se torna um excelente filme para o começo do seu ano.

A trilha sonora do filme simplesmente completa cada experiência de Mitty e do espectador. Com muitos artistas que eu realmente não conhecia como Jose Gonzales e Junip, por exemplo. Já com o conhecido Arcade Fire já mencionado antes e “Major Tom” de David Bowie. A fotografia é fantástica, revelando as belezas naturais da Islândia, coisas que você só vê se for um assíduo espectador de National Geographic.

Um bom filme, que eu decidi ver no mesmo dia. E se você está lendo isto hoje, assim como Walter Mitty, tome esta boa decisão! 

Nota: 7,5 Calangos

http://www.youtube.com/watch?v=vnB8XFPC_iA

Crítica – Jogos Vorazes: Em Chamas: Vamos quebrar tudo!

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Faaaaaala Calangada,

O entretenimento serve para nos provocar sentimentos. Sentimentos de raiva, amor, medo, tensão entre outros. E quando este sentimento ultrapassa o período no qual você está imerso naquela obra? Quando a obra lhe faz pensar? E quando a obra lhe transfere um sentimento de se importar tanto com aqueles personagens que você quer saber o que aconteceu com eles? Isto é Em Chamas.

Sou um pouco suspeito para falar, pois, durante 2 meses deste ano estive imerso nesta obra de Suzanne Collins, que conta com 3 livros que deram origem ao filme. Mas o meu relato é referente a minha esposa. Quando a convidei para ver o filme, ela já tinha visto o primeiro e achou um filme ok. Ao começar o filme, a Senhora Bacelar demorou pouco tempo para se lembrar a respeito do primeiro filme. No meio do filme, já estava me perguntando desesperada a respeito de um dos personagens, sinal de que se importava com aquela situação. Ao acender das luzes, minha esposa estava atônita e muito brava comigo. Mas… então o filme é ruim? Não, muito pelo o contrário. Em Chamas é um filme de ligação para a história de Jogos Vorazes. Ou seja, o filme termina no ápice da história! E o restante? Apenas daqui a um ano, data de lançamento de Esperança. Porque estava brava? Porque ela vai ter que esperar este tempo, o que me fez lembrar do tempo que esperei para os filmes de Senhor dos Anéis, Matrix e a ansiosa espera por Vingadores. Após quase apanhar de minha esposa, respondi para ela: Isto é o Entretenimento.

Se você pensa que Jogos Vorazes é mais uma obra água com açúcar com Crepúsculo, pode começar revendo seus conceitos. Jogos Vorazes traz um ambiente Pós-Apocaliptico, onde o um Governo autoritário transformou os ricos em muito mais ricos e os humildes em servos. Os distritos de 1 a 12 existem para suprir os luxos do Capitol, sede do Governo de Panem. Ou seja, trabalhadores que dão muito duro, e ganham apenas o suficiente para sobreviver, enquanto no Capitol, as pessoas tomam drinks para vomitar e poder comer tudo de novo. Em tempos de “Rei do Camarote” acho que um filme que trata deste assunto vem bem a calhar.

A história da fita nos traz de volta ao Distrito Doze, onde Katniss (a fantástica Jennifer Lawrence, mostrando porque é uma ganhadora de Oscar), Peeta (Josh Hutcherson) se preparam para a Turnê dos Vitoriosos, após serem os ganhadores do 74º Jogos Vorazes. Sua turnê os levam a todos os 12 distritos de Panem. E nessa jornada, ele vêem de perto a situação de pobreza e miséria deste mundo. Neste Turnê, Katniss e Peeta, como o “casal mais querido de Panem” descobrem que os seus atos de desafiar o Capitol nos Jogos foi a fagulha necessária para focos de resistência contra o Governo. Com os distritos se rebelando e Katniss servindo de símbolo da rebelião popular como o tordo (pássaro que está estampado em seu broche dourado), o Presidente Snow (Donald Sutherland) juntamente com seu novo Gamemaker, Plutarch Heavensbee (O sempre brilhante Philip Seymour Hoffman) tramam um modo de eliminar Katniss sem perder o apoio popular do Capitol. O melhor modo? O 75º Jogos Vorazes, o Quarter Quell. Como definição do Capitol, todos os tributos para esta edição especial dos Jogos serão composto pelos seus últimos vencedores, o que obriga Katniss voltar a arena.

Poucos momentos no cinema me arrepiaram, como o discurso de Theoden para os cavaleiros de Rohan na Batalha de Pellenor (Um dia vermelho! Antes de o sol raiar! Cavalguem agora! Cavalguem agora! Cavalguem! Cavalguem para a ruína. E para o fim do mundo!) ou a junção dos Vingadores em tela com a música tema subindo (Olhos marejados nesta hora.). E para a minha grande surpresa, Em Chamas traz uma cena similar, onde temos um idoso com os 3 dedos levantados e assobiando. Deixando claro que a revolução está para começar.

A direção do filme fica por conta de Francis Lawrence, diretor de filmes como Eu Sou a Lenda e Constantine. O ritmo do filme é muito bom, e mesmo com a sua longa duração, você acaba não sentindo este fato. A interação dos personagens principais do filme com todos os demais (que são muitos) é muito boa, mostrando um pouco de cada história, o que dá um pacote completo. Destaque para a fotografia do filme em um momento específico do filme onde Peeta, segura um dos participantes do jogo e pede para ele olhar para o céu e deixar isto como ultima lembrança da vida. Uma linda cena, praticamente um quadro pintado na tela do cinema.

A nova trilogia: Jogos Vorazes, traz uma nova percepção a nova geração. Em vez de apenas falar de romances, ele fala do todo, e de forma brutal. Fala de política, de diferença de classes de injustiças governamentais e de como a nossa sociedade precisa de um símbolo de luta de tempos em tempos para transformar um sistema corrupto e apenas preocupado com os seus interesses. Mostra que o governante inteligente é aquele que tem medo da população. E que o povo inteligente é aquele que clama por ser respeitado e luta com todas as forças para mudar. Isto é Jogos Vorazes. Ele vem como uma ficção que consegue empolgar o telespectador a lutar contra o sistema. Gostaria que nosso Brasil tivesse mais símbolos de luta, uma Katniss. Infelizmente, acabamos encontrando mais símbolos da cretinice.

Minha nota para o filme? Contando com todo o sentimento que essa franquia me passou e toda a experiência que os livros me trouxeram, esta grande adaptação (em termos de adaptação batendo forte com Senhor dos Anéis) não poderia ser outra.

NOTA 10 Calangos

E que venha Esperança!

Crítica – Thor – O Mundo Sombrio

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Faaaaaala Calangada!

Hoje em dia um filme tem que ter muitos predicados para nos levar ao cinema. Tem que ter uma boa história, grandes atores e etc. Thor – O Mundo Sombrio, tem muitas boas características, porém, a principal delas, é fazer parte de uma obra muito maior, fazer parte de uma nova saga Marvel, que será culminada em Vingadores 2. Ver uma história sendo construídas em filmes, é fantástico, o que leva o espectador a ter maior conhecimento e empatia com todos os personagens antes de ver todos reunidos.

Thor – O Mundo Sombrio, é um filme mais maduro e mais sóbrio do que seu antecessor. Trazendo mais sobre o universo no qual Asgard está imerso, e trazendo mais sobre os outros reinos existentes. A história se passa 2 anos após o primeiro filme. Em decorrência da destruição da Bifrost (Ponte Arco-Irís… Bifrost é um nome bem melhor não?)  Thor (Chris Hemsworth), tem que liderar o exército de Asgard nos esforços de pacificação do 9 Reinos, que sem a intervenção do poder de Odin (Anthony Hopkins) se rebelaram. Já nas primeiras cenas de guerra, podemos ver a mão do diretor Alan Taylor, responsável por grandes episódios das séries Guerra dos Tronos (Como a Guerra de Blackwater) Sopranos e Roma, trazendo algo mais maduro e mais palpável, fazendo um mix de fantasia e idade média, trazendo armaduras menos brilhosas e mais sujas, com pancadarias bem coreografadas. Claro que todo o equilíbrio da batalha se acaba quando Thor surge e o vemos usando dignamente seu Mjolnir (nome do martelo de Thor) espancando sem dó seus oponentes.

Grande parte do filme se passa em Asgard, nisto, podemos conhecer muito mais a respeito do Reino e de seus integrantes, como Odin, Frigga (Rene Russo), os guerreiros amigos de Thor (destaque para Sif, guerreira apaixonada por Thor.) e Heimdall, o responsável pela entrada do Reino de Asgard, indicado no primeiro filme como o único do Reino que Odin teme. O bom, é que podemos ver uma cena fantástica de Heimdall em ação, mostrando que ele realmente é um verdadeiro Badass.

Malekith, é o general dos Elfos Negros, um antiga raça inimiga de Asgard. Vilão que é despertado pela ativação de uma poderosa arma, o Eter. O general acaba sendo ofuscado pela brilhante interpretação de Tom Hiddleston, com o seu incansável Loki, que sempre traz novos sentimentos ao espectador. Após este ser derrotado em Vingadores, Loki é condenado por Odin a sentença máxima nas marsmorras de Asgard. Com o desenrolar do filme, Thor se encontra em um beco sem saída, e necessita da ajuda do irmão (adotado, como lembrado por Thor.). Com isto, vemos novamente a dupla em ação, o que deixa uma grande tensão no ar, quando esperamos uma traição ou travessura de Loki a qualquer momento.

Já no Reino da Terra, temos novamente Jane (Natalie Portman) que ainda sonha com o dia que Thor voltará. As suas pesquisas acabaram levando a sua equipe até um galpão na Inglaterra, onde vários portais dimensionais foram abertos. Tudo isso devido a um alinhamento dos Reinos. Ao ser sugada para um portal dimensional, Jane entra em contato com o Eter, se tornando a portadora da arma. Neste momento, o caminho de Jane e Thor se cruzam novamente, e os dois entram numa corrida contra o tempo para expelir o Eter de Jane, pois, o mesmo se torna cada vez mortal para o corpo de Jane. No último Thor, vimos o herói na Terra como um estranho no ninho, totalmente desconfortável com o ambiente. No segundo filme, vemos o contrário disto. Vemos Jane indo para Asgard. Nisto, temos uma inversão de papéis, onde Jane, é a humana deslocada naquele Universo.

A aventura de Thor se torna muito maior em proporção, tendo como pano de fundo Asgard, Londres e os outros Reinos. A luta final contra o vilão Malekith é frenética, trazendo o elemento dos portais dimensionais na luta. A fita traz novamente o bom humor característico dos filmes da Marvel, com piadas em momentos precisos que trazem um bom equilíbrio a fita.

Acima de tudo, Thor, é divertido, assim como deve ser todo filme de quadrinhos. Com um bom roteiro, uma ótima direção e com porradarias fantásticas, que deixam o espectador de queixo caído. Thor mostra que o universo Marvel está caminhando para algo maior, e que, se tudo der certo, cabeças vão explodir em Vingadores 2 (assim como a minha explodiu em Vingadores.). Ainda espero este tipo de diversão nos próximos filmes da DC. Embora sejam bons filmes, ainda se levam muito a sério. Já a Marvel é mais engraçada, divertida e te faz ver um filme despreocupado, sem estar muito ligado aos dramas profundos dos heróis. Até certo ponto, e com um bom equilíbrio, isto acaba se tornando positivo.

Se tiver a chance, veja no cinema e, acima de tudo, divirta-se!

NOTA: 8,5 Calangos.

Games – GTA V – As horas passam depressa

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Faaaaaala Calanganda!

Todos os fãs de videogame (e pais de fãs de videogames) devem ter ouvido falar de GTA – Grand Theft Auto. Um jogo altamente divertido, ao mesmo tempo que é violento. Em sua quinta edição, GTA demonstra que muita coisa mudou. E mudou para melhor! Não acho interessante entrarmos na discussão se o jogo é violento ou o que ele provoca na cabeça dos gamers mais novos. Isso ai é outro papo. A única resposta que dou a esta polêmica é: GTA é um jogo adulto, para jogadores acima de 17 anos, pelo menos. E o resto é com os papais e mamães do mundo.

Porque devo comprar GTA V? Podemos começar pela a história, que agora envolve 3 personagens simultâneos na jogabilidade. Na trama conhecemos Michael, um ex-ladrão que entra para o programa de testemunha, consegue fazer seu “pé de meia” e vive em uma mansão em um bairro chique de Los Santos (A Los Angeles do jogo). Embora tenha uma boa condição financeira, possui uma família em colapso. Uma esposa que o trai, um filho maconheiro (e põe maconha nisso) e uma filha “periguete”. A relação de Michael com a família durante o jogo pode ser construída de acordo com o grau de importância que o jogador dá para os mesmo. Se sua mulher te ligar em seu telefone, você pode simplesmente não atender a chamada e deixar ela resolver seus próprios problemas. Ou você pode tentar “amenizar” um pouco o lado de Michael sendo um pai bondoso e escroto ao mesmo tempo. Michael, por ter experiência, possui a habilidade especial ficar calmo durante os tiroteios, ou seja, reduz o tempo e dá uma vantagem ao jogador.

Michael conhece Franklin, o esteriótipo do negro americano que sempre está fazendo um “corre” para ganhar uma grana. A especialidade de Franklin é roubar carros, o que lhe dá a habilidade especial de dirigir loucamente em câmera lenta, o que é fundamental em fugas. Franklin conhece Michael, e começa um tipo de relação “o filho que eu nunca tive”.

A história explode quando entra em cena Trevor, um porra-louca, ex piloto da aeronáutica que virou bandido após ser expulso das forças armadas depois de um exame psicotécnico que provou que ele era louco. Sim, o cara realmente é louco. As melhoras frases ficam por conta dele. Ele mora em um trailer numa zona afastada do centro, e decide visitar a cidade quando descobre que o seu melhor amigo, Michael, na verdade está vivo.

Com todo este enredo, jogabilidade fantástica, perseguições e explosões de filme, GTA V se torna um bom entretenimento. E as horas passam, mas passam depressa quando você o joga. Você pode gastar seu tempo vendo TV, um filme ou indo a uma “casa da luz vermelha” pagar uma dança para uma “prima”. Isto até os grandes assaltos aparecerem. Quando eles aparecem, você deve escolher se vai fazer de forma silenciosa ou se vai entrar metendo o pé na porta. Nisto, você controla os 3 personagens na missão, tendo que mudar de um para outro quando a ação pede. Ou seja, quando você divide as tarefas, irá fazer as mais importantes em tempo real, o que torna a missão 3 vezes mais divertida.

Outra interação também é a internet, que você pode acessar pelo seu IFruit (A imitação do IPhone) nela você pode comprar veículos, empresas, visitar o Life Invader (o Facebook do jogo) e ficar sabendo da vida dos outros (O que você já faz em seu Facebook todo os dias). A melhor parte da internet fica por conta do mercado de ações. Você pode, por exemplo, comprar ações de uma empresa e sabotar a empresa rival. O que ocasiona? Suas ações vão subir e você poderá multiplicar a sua grana. Bom né?

Os carros estão mais próximos do real. Você pode ver Audis, Ferraris, Mustangs entre outros. A direção está excelente, dando a possibilidade de dirigir rápido quando for fugir da polícia, que nesta edição, está bem mais dificil.]

Helicopteros, Aviões, Mini submarinos. Os veículos são um show a parte. Vá a uma escola de aviação e aprenda a mexer com alguns destes.

O game tem modo online também, onde você poderá interagir com outros jogadores para executar um assalto em gangue ou dar o troco em outro grupo de jogadores.

O resumo é um grande game, com muita ação, violência e humor, que vai te pegar e fazer o dia virar noite em um piscar de olhos. Se você não tem muito tempo para jogar (assim como eu) vai ter um excelente jogo por pelo menos 3 meses. Se comer com farinha os games, você consegue fechar em 3 semanas pelo menos.

Este vale a compra!

Até a próxima Calangada!

Robocop 2014 – Trailer – Vivo ou Morto, você vêm comigo.

Faaaaaaaaaaaala Calangada!

Se você é nerd, ou apaixonado por filmes, deve saber que o remake de Robocop está em produção. O diretor? Ninguém menos do que José Padilha, responsável pelos maravilhosos Tropa de Elite 1 e 2. O que conhecemos é que a produção do filme passou por altos e baixo durante muito tempo, tendo alguns problemas de bastidores e etc. Problemas normais, afinal, estamos mexendo com um ícone dos anos 80, Robocop.

Até hoje me lembro de quando meu irmão mais velho entrou na lista de espera do Video clube (Sim, o video clube era um nome para locadora, que, hoje em dia, pode ser chamada de Netflix ou Bittorrent.) e me lembro do frenesi que entrei quando a locadora ligou falando que o VHS (Você já pegou em 1?) de Robocop estava disponível na loja. O filme de 87 era fantástico, perfeito para uma criança, com tiros na cabeça, tiros no saco (através do vestido da refém), escopetada no braço e a cena de maior terror da minha infância, onde o bandido cai em um tonel de ácido e sai derretendo dele! Fantástico!!!

As sequências de Robocop não foram tão boas como o primeiro filme de Paul Verhoeven, e acabaram deixando a desejar. 27 anos após o primeiro filme, finalmente teremos o reencontro com Robocop. Reencontro que me deixa meio receoso. Será que vão tratar um dos meus heróis de forma decente?

O que não se pode negar é que, o robo clássico, usando chinela Ryder e com movimentação lenta não iria atrair o público atual. Então, como todo remake, tem que sofrer alterações para o público atual.

Confesso para vocês que a expectativa estava bem baixa, porém, depois de ver o trailer que coloco neste post, confesso que quero sim ter esta experiência de rever o Robocop no cinema. Literalmente, pagar para ver.

Não acredito que o filme seja tão brutal como o primeiro (escopetada no braço, ácido na cara… que filme) mas, pelo que se vê no trailer, a tecnologia atual traz uma vantagem para a nova empreitada de Robocop.

Acredito que acima de tudo, nós brasileiros temos que acreditar neste filme, pois, é um de nós que está na direção, aturando todas as loucuras de Hollywood e tentando trazer um material de qualidade, com entretenimento, política e ação para nós.

Padilha, você tem meu voto de confiança!

Chega de blá blá blá e curta o trailer do filme!

Abraço Calangos!

Cinema – Trailer Thor 2 – The Dark World

thor

Faaaaaala Calangada!

É chegada a hora de continuar a explosiva segunda fase da Marvel, rumando a Vingadores 2. O segundo filme desta nova fase será, Thor – The Dark World. O primeiro Thor me agradou muito, trazendo o vilão mais sinistro do universo até agora: Loki. Veja por você mesmo o trailer do filme. Posso dizer que fiquei animado!

http://www.youtube.com/watch?v=zIcSuZlMijo

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